Como ser um bom líder e gerir melhor o seu negócio?

<![CDATA[Se você anda ligado nas discussões sobre empreendedorismo, já deve ter notado que a palavra “chefe” praticamente não é mais usada nesse meio.
Toda vez que se fala do assunto, o comum é usar o termo “liderança” e incentivar o empreendedor a aprender como ser um bom líder.
Isso tem um motivo: ser chefe costuma estar associado a ser temido, dar ordens, cobrar e punir.
E esse tipo de conduta simplesmente não funciona. Não leva os colaboradores de uma empresa ao desenvolvimento pessoal e profissional e, consequentemente, não leva a sua empresa a lugar nenhum.
Mas qual é o perfil desse novo tipo de empreendedor, o líder? Porque suas qualidades são tão diferentes e atingem resultados tão melhores? Se é essa a sua dúvida, acompanhe este texto até o final e veja porque o seu negócio precisa que você seja um bom líder.

Por que e como ser um bom líder?

A maior parte dos líderes já foi ou ainda é liderada por alguém. Pense a respeito: que tipo de expectativas uma equipe tem de um líder?
Algo óbvio é que eles esperam ter seu trabalho reconhecido. Se você passou por essa experiência de estar do outro lado e ser liderado, tente se lembrar daquilo que o mantinha em sintonia com os objetivos da empresa.
Provavelmente, ser reconhecido pelo que fazia o mantinha mais motivado do que apenas um bom salário.
Pois bem: para ser um bom líder não há uma fórmula, mas se tem uma coisa que podemos dizer é que todo grande líder sabe como motivar e inspirar.
E motivação e inspiração são coisas que variam muito de pessoa para pessoa, logo, você deve conhecer muito bem os seus colaboradores, se quiser fazer isso.
O que você e sua empresa podem oferecer para que eles fiquem em sintonia com ela?
Com certeza não é seguir ordens sem saber por quê, não é mesmo? Então, se quiser alinhar toda uma equipe em torno de um objetivo, há algumas coisas — que podem soar um pouco óbvias, mas muitos líderes não fazem — que você deve compartilhar com eles.
Para terem o mesmo objetivo, eles precisam, bem… eles precisam saber qual é o objetivo.Conte a eles o que espera com a sua empresa. Além disso, saiba o que eles pensam a respeito, mesmo que não tenham uma opinião igual à sua.
Construa um ambiente de motivação, empatia e confiança entre você e seus funcionários. Assim, seus clientes vão sentir em cada colaborador um pouco do que a empresa tem a oferecer.
Afinal, uma empresa de sucesso significa muito mais para clientes e funcionários do que apenas o produto ou serviço que oferece.

Quais atitudes um líder deve ter?

Entenda como pequenas ações mudam a forma como seus colaboradores o veem e também como veem a empresa como um todo. Se quiser parar de chefiar e começar a liderar, aqui vão algumas boas atitudes:

Confie e delegue tarefas

Antes de mais nada, isso significa não ser centralizador. Se você tiver que inspecionar tudo que cada funcionário fizer, não precisa deles para fazer, certo?
Entregue a tarefa de cada um e dê a entender que ele tem total autonomia para realizá-la. Caso ele faça mal feito ou cometa algum erro, avalie seus motivos. Muitas vezes, ele pode ter tido a intenção de melhorar algum processo e não obteve êxito. Num caso como esse, mostre que você aprecia a atitude dele e encoraje-o a tentar novamente.
Inovação é uma característica preciosa e que precisa ser cultivada pela sua equipe.

Motive e reconheça habilidades

Como já dissemos, em muitos casos o que um funcionário quer é ser notado. Por isso, se ele se destaca em alguma tarefa, elogie-o.
A chance de que ele se destaca porque gosta daquela tarefa não pode ser desprezada. Que tal então deixá-lo responsável por ela?
Você vai fazer dele uma referência no assunto dentro da empresa. Os outros funcionários vão reconhecer isso também e logo ele será acionado para dar dicas, treinamento e falar sobre o assunto.
E, adivinhe: se um dia você precisar chamar a atenção desse mesmo funcionário por algum motivo, ele levará isso a sério.
Afinal, ele sabe que você cobra, motiva e reconhece habilidades. Vai haver um sentimento de gratidão e toda a empresa vai emanar inteligência emocional.

Ensine e recompense

Não cometa o erro de achar que todo o time já sabe o que deve fazer. Muitas lacunas podem existir, mesmo em funções relativamente simples.
Se um funcionário demonstra dificuldades com algo, vá até ele e explique como se faz.
Evite fazer isso na frente de outros funcionários, para que ele não fique constrangido. Mas faça-o calmamente, seja didático e demonstre com suas atitudes que a ignorância dele sobre o assunto não é motivo de vergonha.
Além disso, recompense aqueles que cumprem suas tarefas de forma exemplar. Aquela velha frase que diz que “sua motivação é o seu salário” é muito negativa e ultrapassada!

Ouça e aprenda

Quem disse que um líder é especialista em todas as coisas? Claro que você deve saber um pouco sobre as tarefas de cada um dos membros da sua equipe.
Mas encare a verdade: eles sabem muito mais sobre cada uma delas, pelo simples motivo de que as desempenham diariamente e você não.
Se algo parece sem sentido para você, pergunte o porquê. Não mude coisas que você não entende.
Peça a opinião dos funcionários, esteja aberto enquanto eles criticam certas práticas que consideram desnecessárias.
Não há como negar: você pode até saber um pouco do assunto, mas os especialistas são eles.

Seja próximo

Não crie distanciamento hierárquico dentro da sua empresa. Poucas coisas destroem tão rápido as relações internas quanto isso.
Bata papo com a equipe sobre assuntos que não são de trabalho, pergunte como estão, saiba sobre a vida pessoal deles.

Como se tornar um líder de referência?

Bom, se você anda aplicando tudo de que falamos até aqui, tanto você quanto seu time já devem ter percebido que o crescimento da empresa depende do crescimento profissional de cada um, não é mesmo?
E, falando de crescimento e expectativas profissionais, você também tem as suas.
Por exemplo: pode ser que você tenha aquele objetivo pessoal de ser uma referência de liderança.
Nada de mal com isso, mas entenda: você só vai ser uma referência se a sua equipe for uma referência.
E, para isso, um sistema em que todos avaliam o trabalho de todos é bem saudável.
O que cada funcionário faz bem? O que pode melhorar? Incentive-os a trocarem esse tipo de informação, não como uma formalidade, mas como uma prática comum entre várias pessoas que querem dar o seu melhor.
E aqui vem o mais importante: incentive-os a te avaliarem também.
Deixe o ego de lado e ouça as críticas. Assuma seus erros, não culpe outras pessoas por eles e se esforce para melhorar.
Você vai ser sempre o termômetro da empresa. Sua atitude será espelhada pelos demais e isso te coloca a enorme responsabilidade de buscar melhorar sempre.

Como melhorar como líder?

Ao receber o feedback do seu time, será necessário encarar a necessidade de melhorar como líder. Para isso, a primeira coisa a se fazer é lidar bem com críticas e saber que nenhum de nós está pronto.
Somos seres humanos e buscar melhorar é uma atitude constante: não deve acontecer só quando recebemos uma crítica.
Além disso, há outras coisas que você pode fazer:

Leia muito e se informe

As maiores ferramentas que um líder tem são sua inteligência, atitude e as informações de que dispõe. Tudo isso fica mais fácil se você tiver o hábito de ler regularmente.
Quanta coisa nova já aprendeu neste texto aqui, por exemplo?
Além disso, pessoas que leem muito melhoram sua capacidade de comunicação. E é preciso ser muito claro ao passar instruções para um time e isso vai exigir bastante do seu pensamento lógico, bom português e objetividade ao falar.

Prepare-se para as reuniões

E por falar em boa comunicação, que tal preparar suas reuniões?
Ninguém suporta explicações longas, pouco sucintas e sem hora para terminar.
Com isso não queremos dizer que seja necessário preparar slides de PowerPoint para cada encontro com o seu time, mas um pequeno roteiro num pedaço de papel já ajuda muito a não ser prolixo, não é mesmo?

A dica de ouro: tenha humildade

Se pensar bem, vai ver que quase tudo que dissemos até aqui tem como objetivo fazer com que você se torne uma pessoa mais humilde.
Com humildade você aprende mais, escuta mais, ensina sem arrogância, se coloca no lugar de cada membro do time e entende melhor suas necessidades.
Como empreendedor, você tem a obrigação de buscar melhorar a cada dia, transformando a si próprio para motivar seus colaboradores a se transformarem e, todos juntos, transformarem a empresa para que ela transforme a vida dos clientes.
Um ciclo positivo de transformação construído com humildade e que começa de cima para baixo.
Esperamos que esteja convencido de que sua empresa precisa de um líder que ouve, compreende, cobra, motiva e tem um relacionamento de igual para igual com cada colaborador.
Fonte: saiadolugar.com.br
 

Servcont’s

 
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Gestão financeira pessoal: Veja como fazer a sua!

<![CDATA[Empreender requer muita organização, planejamento e disciplina. Disso todos já sabem. Mas essas características não são necessárias só para o seu negócio e finanças empresariais.
A prática de manter uma gestão financeira pessoal só ajuda os empreendedores no âmbito profissional.
Isso porque quem tem uma vida econômica pessoal planejada está a um passo do sucesso e saúde financeira do próprio empreendimento.
Por isso preparamos dicas de gestão financeira para ajudar você, novo empreendedor, a colocar as suas contas em ordem.

O que é gestão financeira pessoal

Antes de mais nada, vamos entender melhor este conceito.
A gestão financeira pessoal compreende a análise, planejamento e, por fim, as tomadas de decisões relacionadas ao controle do dinheiro.
Uma boa gestão pessoal é o resultado de um balanço equilibrado entre as despesas e receitas.
Em outras palavras: ninguém enriquece gastando mais do que recebe. Portanto, é preciso controlar as entradas e, principalmente, as saídas de dinheiro para que você “feche” o mês no azul.
Lembre-se de que para ter uma boa gestão você não necessariamente precisa ganhar mais, mas sim distribuir melhor a maneira como gasta o seu dinheiro.

Como fazer

Quer se tornar um mestre em organização financeira pessoal? Nós trouxemos dicas e um passo a passo para ajudar você a fazer sua gestão.

1. Controle os gastos

O primeiro passo para esse controle é anotar absolutamente tudo que você compra ou paga. Inclusive aquele cafezinho do meio da manhã.
Você pode criar uma planilha simples e colocar informações como o tipo do gasto (compras, transporte, aluguel e alimentação, por exemplo), valor e a data de pagamento.
Muitas vezes esse controle surpreende, já que você pode descobrir como gasta com pequenas coisas desnecessárias no dia a dia.
O ideal é que a planilha seja de controle mensal. Assim você consegue monitorar para que os gastos nunca ultrapassarem os seus ganhos (como, por exemplo, seu pró-labore).
O maior objetivo dessa planilha é diagnosticar como você gasta o seu dinheiro e identificar possíveis pontos de corte.

2. Trace prioridades e metas

Para que a sua planilha de controle faça sentido, você pode estabelecer objetivos claros de quanto deseja economizar, seja para fazer pequenos investimentos ou até mesmo viajar.
A partir dessas metas – que devem ser condizentes com a sua situação econômica -, você estará mais determinado a eliminar o que não é essencial.

3. Repense gastos extras

Também é preciso aprender a controlar o impulso. Quando você pensar em trocar de carro, adquirir eletrodomésticos e fazer compras em geral, deixe essa vontade mergulhada por uma semana ou mais.
Depois desse período “de molho”, avalie se a compra realmente faz sentido dentro do seu planejamento. Muitas vezes esse período ajuda você a identificar quais dessas despesas seriamgastos supérfluos.
Por isso, não tome nenhuma ação movido pelo consumismo.

4. Planeje investimentos

É importante que você desenvolva um perfil de investidor para que o dinheiro que sobra no fim do mês comece a trabalhar para você. Seja na poupança, para resgates rápidos, ou já pensando em maneiras de garantir uma aposentadoria mais tranquila.
A poupança é uma boa opção para casos emergenciais, pois não vem rendendo muitos juros nos últimos tempos.
Geralmente, quanto maior o prazo que você tem pela frente, maiores são os rendimentos que você pode obter em outros tipos de investimento, como é o caso do Tesouro Direto, CDB ou Bolsa de Valores.

5. Saiba usar o cartão de crédito

O cartão de crédito pode ser um grande gerador de inadimplências. Assim como também pode gerar diversos benefícios, com o acúmulo de milhas aéreas, por exemplo.
Por isso, deve ser usado de maneira inteligente e estratégica.
Dê preferência para compras no cartão quando for ganhar descontos e opte por parcelar somente quando não houver a cobrança de juros. Verifique também se o valor das parcelas não vai comprometer seus futuros orçamentos mensais.
De maneira nenhuma pague somente a quantia mínima das faturas. Esse acúmulo de juros pode se transformar numa bola de neve. Não deixe que os juros compostos ajam contra você.

6. Projete suas despesas

Seguindo os passos anteriores você estará cada vez mais apto a controlar as suas finanças. Com isso, você pode planejar seus gastos mensais e até anuais.
Por exemplo: os custos que você sabe que terá todos os anos devem entrar na sua planilha mensal.
Contas como IPTU, IPVA, seguro de carro e casa podem ser divididas por 12 para serem incluídas no orçamento mensal.
Essa prática deixa você livre de sustos quando essas contas chegarem.

7. Não seja pão-duro

Ter um controle financeiro não quer dizer que você precisa começar a dizer não para tudo, nem que deve abrir mão do lazer e das coisas que te dão prazer.
A grande ideia é encontrar um equilíbrio entre o que você considera um gasto desnecessário e o que você faz por satisfação pessoal.

Dicas extras de economia

  • Considere optar pelas compras à vista, que geralmente oferecem maiores descontos;
  • Faça uma lista de compras – seja para ir ao supermercado ou para renovar o guarda roupas – e se mantenha restrito a ela;
  • Compare preços antes de comprar, principalmente na internet. Este pequeno costume pode ajudar você a encontrar melhores ofertas e economizar até 20%;
  • Elimine gastos com planos que não estão sendo usufruídos de forma integral, como academias, taxas de bancos e planos de telefonia;
  • Avalie também as taxas de anuidade cobradas pelas operadoras dos seus cartões de crédito. Se possível, ligue e renegocie os valores;
  • Busque planos de fidelidade de postos de combustível e cafés, que permitem que você ganhe alguma “recompensa” depois de um valor X de compras.

Vantagens de fazer uma gestão financeira pessoal

Educação financeira

Provavelmente você já ouviu a seguinte frase:

OU VOCÊ DOMINA O DINHEIRO, OU O DINHEIRO DOMINA VOCÊ.

O primeiro grande benefício da gestão financeira pessoal é, sem dúvida, a educação financeira.
Quando você começa a organizar suas contas, ganha motivação para aprender ainda mais sobre finanças e investimentos.
Dessa forma, você passa a criar hábitos saudáveis que o aproximam cada vez mais da suaindependência financeira.
A educação financeira ajuda a melhorar as suas atitudes de maneira que o dinheiro passe a render mais e a proporcionar a você mais segurança e tranquilidade.

Qualidade de vida

Isso nos leva ao segundo grande benefício oferecido por uma gestão de finanças, que é qualidade de vida.
Independente de qual seja a sua definição, você provavelmente liga esse conceito à sua situação financeira de alguma forma.
Quem atinge o patamar de saber lidar com o dinheiro, gastando com inteligência e programando despesas e investimentos, tem maior liberdade financeira.
E quem tem maior liberdade financeira, por sua vez, geralmente alcança os objetivos relacionados àqualidade de vida.

Relação com o dinheiro

Um terceiro benefício é que você passa a mudar a sua relação com o dinheiro, devido ao fato de ter um controle eficiente sobre os seus gastos e receitas.
Nessa situação, a falta de dinheiro para de ser um problema e os investimentos passam a ser sinônimo de renda passiva.
Uma vez que você tem uma quantia investida, seu dinheiro começa a trabalhar por você. E isso tudo é fruto da sua gestão financeira eficiente.
Quer um exemplo?
Digamos que você economize e invista R$ 100,00 por mês na poupança, que rende aproximadamente 8% de juros ao ano, durante 5 anos. No final desse período você terá cerca de R$ 7.300,00 na sua conta. Isso economizando e investindo uma quantia que, para os padrões de hoje, já não é tão alta.
Agora imagine o quanto seu dinheiro pode render em investimentos com juros e valores maiores.

Como isso pode afetar os seus negócios

Você já deve saber que misturar as finanças pessoais com as do seu negócio não é uma boa ideia.
É mais do que indicado que os empreendedores abram uma conta separada para as despesas da empresa, tenham um pró-labore mensal e não mexam no caixa da organização para suas vidas pessoais.
Principalmente para empresas que estão começando, existe uma linha muito tênue entre ambas as finanças e, uma vez que elas se misturam, o resultado pode ser uma grande perda do controle da situação.
Ao usar recursos da empresa para suas despesas pessoais você perde a ideia do real lucro da sua companhia, dos resultados dos seus investimentos e das suas projeções de crescimento para o futuro.
O contrário também não é viável, uma vez que ao usar todos os recursos pessoais para os gastos da empresa o empresário pode ir à falência.
A partir do momento em que você tem suas finanças pessoais controladas de maneira saudável, você passa a evitar possíveis dificuldades particulares e a prevenir que acabe usando o dinheiro da empresa.
Além disso, com as contas pessoais organizadas e com uma reserva financeira de aproximadamente 10 meses para uso pessoal, você também tem mais tranquilidade para trabalhar e fazer a empresa crescer.
Dessa forma, você fica mais focado nos negócios – que exigem bastante energia e dedicação – porque sabe que sua vida pessoal está assegurada pela reserva.

Conclusão

O controle é o grande segredo para uma gestão financeira pessoal de sucesso.
A partir do momento que você administra o seu dinheiro de maneira a gastar menos do que ganha, com objetivos claros, você pode alcançar o que quiser.
Agora que você está pronto para cuidar das suas finanças pessoais, que tal aprimorar suas habilidades em economizar dinheiro no seu negócio?!
Fonte: saiadolugar.com.br

Servcont’s – Contabilidade em Lauro de Freitas

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10 atitudes que te levarão mais longe na vida profissional

<![CDATA[“Eu não gosto do meu trabalho”, “Não me sinto uma pessoa valorizada no que faço”, “Preciso melhorar minha vida”, “Preciso perder peso”, “Quero abrir uma empresa e não sei como”, etc.
Essas são frases que você já deve ter ouvido diversas vezes no seu trabalho e nas conversas com amigos e familiares, não é?
Possivelmente você diz algumas dessas frases para seus amigos quando não está muito feliz com seu momento atual.
Isso não é normal e não devemos aceitar essa infelicidade toda. Por isso, existem atitudes que podemos ter para criar uma vida mais feliz tanto na vida pessoal quanto profissional.
Tendo atitudes de mudança em sua vida, você irá muito mais longe.
1. Conhecimento: O conhecimento abre nossas mentes e deixa nosso cérebro inquieto em busca de oportunidades e soluções. Também nos faz pensar, sonhar e nos deixa mais otimistas e realistas.
Para isso, você não precisar fazer 2 faculdades, 3 pós-graduações ou qualquer coisa do tipo. Basta apenas ser uma pessoa curiosa e dedicar pelo menos 45 minutos do seu dia para estudar algo novo.
2. Crenças fortes: não estamos falando de religião, mas ter um sentimento forte e profundo de que as coisas estão realmente conectadas no universo e uma grande admiração pelas coisas boas da vida. Gratidão.
3. Auto confiança: confiar em você mesmo é uma das atitudes mais fortes que você pode ter. Não estamos dizendo que você precisa ter um ego enorme para ir mais longe, mas precisa de um sentimento forte de que com muito trabalho, foco, integridade e desenvolvimento contínuo pode e irá ter sucesso.
4. Visão: pessoas de sucesso têm sempre uma visão forte e bem definida do que querem. Eles têm foco e sonhos bem definidos e uma ideia clara do desejam e como chegarão lá.
5. Eu posso: se você quer ser uma pessoa bem sucedida em qualquer área da sua vida, precisa pensar como vencedor. A atitude do “Eu posso, eu consigo” é a base para acreditar que você conseguirá.
6. Paixão e Desejo: Napoleon Hill definiu muito bem essa atitude em seu livro “Leis do Triunfo”. Em seus estudos sobre pessoas de sucesso ele percebeu que todas elas tinham uma paixão e desejo enorme por seus objetivos e sonhos.
7. Coragem: possivelmente essa é a a atitude mais importante para o sucesso. Coragem significa encarar de frente os desafios sem medo do fracasso. Pessoas de sucesso sabem que o fracasso não é uma escolha, é uma etapa.
8. Disciplina: tem coragem para pagar o preço? A disciplina é algo que precisa virar um hábito em sua vida se você deseja mesmo ter sucesso. Platão já dizia “A primeira e melhor vitória para um homem é conquistar a si mesmo”. Força de vontade e motivação não são estratégias… por isso que as pessoas bem sucedidas estão dispostas a fazer o que as outras não estão. Trabalhar bastante.
9. Honestidade: pessoas bem sucedidas são transparentes e honestas na hora de fazer acordos. Integridade é a base da confiança. Confiança é algo que se conquista e para isso a honestidade e transparência são fatores fundamentais.
10. Competência: competência é a diferença entre a excelência e a mediocridade. Aqueles que querem a excelência entendem que aumentar sua competência na área de atuação é uma obrigação para o sucesso.
Além dessas atitudes, outra coisa que ajuda muito é contar com o conhecimento de pessoas que sabem como ir mais longe, tanto no âmbito pessoal quanto no profissional.
Fonte: http://www.saiadolugar.com.br/]]>

Tão importante quanto pensar, é agir como empreendedor

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Servcont’s – Contabilidade em Lauro de Freitas:

Sou louco por pessoas que possuem ideias, sejam elas geniais ou não, e que acreditam nelas e fazem acontecer.
Essas pessoas não se conformam com o óbvio. Se reinventam, ousam e arriscam, para poder construir uma divertida e maravilhosa história HOJE. Elas não só pensam, mas agem como empreendedores.
Pensar como empreendedor é super importante sim, mas se não fizer nada, será só mais um planejamento que ficará engavetado.
Ficar no achismo é perda de tempo.
Por outro lado, quando você vive a sua ideia, aí sim terá argumentos convincentes, sejam eles: de vendas, estratégias, melhor modelo de negócio, como implementar melhorias, entre outros.
Vejo muitas pessoas falarem sobre empreendedorismo colocando peso em suas palavras, mas sequer viveram algo na prática. Isso é um tanto ruim…
O que mais vem desmotivando os alunos na faculdade são seus professores, que deveriam ser os primeiros exemplos, mas não possuem muita experiência prática.
Então, agora eu te pergunto:
Você pensa e age como empreendedor, ou apenas está pensando?
Ei, você ai: Quer fazer a diferença?
Pare agora mesmo de ficar inventando mirabolantes planos e venha para prática. Teste suas ideias e faça descobertas. Questione mais as suas ações do que o papel e assim terá chances de viver realmente o dia a dia do empreendedor.
Somente quando as pessoas pararem de só pensar e fazer as duas coisas juntas é que elas vão crescer, evoluir e assim conquistar o seu lugar nessa gigante selva que é o mercado.
Vem logo, essa sua ideia ai vai contribuir muito para que o nosso país seja ainda melhor!
 
Fonte: http://www.saiadolugar.com.br/

Servcont’s – Contabilidade em Lauro de Freitas

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FSB, mais uma face da contabilidade criativa?

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        Recentemente, a imprensa noticiou que o governo cogita de utilizar o Fundo Soberano do Brasil (FSB) para capitalizar o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Se confirmada, a notícia significará mais um capítulo errado na história de um fundo que nasceu, segundo a lei que o criou (Lei n.º 11.887 de 28 de dezembro de 2008), para “promover investimentos em ativos no Brasil e no exterior, formar poupança pública, mitigar os efeitos dos ciclos econômicos e fomentar projetos de interesse estratégico do País localizados no exterior”, mas que, na prática, acabou se transformando numa reserva fiscal aplicada em ativos que perderam valor ao longo dos últimos anos.
 
Dezenas de países, principalmente exportadores de commodities, criaram fundos soberanos com o objetivo primordial de servir como um equalizador fiscal/cambial com reservas em moeda estrangeira provenientes das sobras nos saldos do balanço de pagamentos. Em sua maioria, esses países são membros do SWF Institute, incluindo Brasil, Noruega, Chile e outros. Geralmente, os gestores dos fundos soberanos são membros da iniciativa privada. Outra característica comum é que mantêm seus recursos aplicados em moedas e ativos estrangeiros e, localmente, investem em projetos de longa maturação, principalmente em projetos de infraestrutura.
O nosso FSB, entretanto, seguiu um caminho bastante distinto. Não guarda qualquer relação com os fundos soberanos típicos, que simplesmente servem para evitar que a renda gerada pela exploração de um recurso natural abundante (petróleo, por exemplo) conduza a taxa de câmbio a uma tendência danosa aos demais setores produtivos da economia.
Na sua criação, em 2008, o Fundo Soberano do Brasil foi composto por recursos fiscais daquele exercício no montante de R$ 14,2 bilhões. Criou-se, ainda, o Fundo Fiscal de Estabilização (FFIE), com registro na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), tendo como gestor a BBDTVM. A ideia do governo, à época, era conceber um mecanismo para intervenção no mercado de câmbio, de maneira a evitar potenciais tendências à sobreapreciação. Em verdade, no entanto, os recursos foram aplicados em títulos públicos e ações da Petrobrás e do Banco do Brasil, permanecendo no FFIE sem utilização e, pior, trazendo prejuízos à União.
Segundo o balanço do FSB referente ao primeiro semestre de 2012, o FFIE concentrava, pela posição de 30 de junho de 2012, R$ 13,9 bilhões distribuídos em: títulos públicos federais (R$ 3,2 bilhões), ações do Banco do Brasil (R$ 1,2 bilhão) e ações da Petrobrás (R$ 9,5 bilhões). A variação dos ativos do fundo, portanto, foi negativa em 2,6% desde 2008. Aparentemente, um dano não muito grave.
Entretanto, ao avaliar tal desempenho com relação ao custo de oportunidade da aplicação desses recursos, a conclusão torna-se mais importante. Por exemplo, caso o governo tivesse optado por investir todos os recursos em títulos públicos, o rendimento no período teria sido de, aproximadamente, 40%, isto é, de cerca de R$ 5,8 bilhões.
Em boa medida, criou-se um fundo soberano que passou a funcionar como um fundo fiscal, uma espécie de garantia contra períodos de “vacas magras”, cujos recursos foram originados no próprio resultado primário do governo federal. Em seguida, veio o custo, com a compra de ações da Petrobrás, que não gerou qualquer benefício como contrapartida.
Estratégia, no mínimo, questionável, uma vez que, mesmo como reserva fiscal, o instrumento foi ineficiente. Reduziu-se nominalmente o valor aportado, pela adoção de políticas de investimento claramente equivocadas, levando à perda de recursos públicos e, pior, ao desperdício de uma oportunidade de promover a redução mais rápida da dívida pública ou, simplesmente, de destinar esses recursos para qualquer outro fim no âmbito da despesa pública; por exemplo, investimento do PAC.
Como se não bastasse o fracasso dessa política, o governo estaria, segundo a imprensa, cogitando de utilizar os recursos do FSB para capitalizar o BNDES. A ideia seria a de ampliar ainda mais o potencial de empréstimos do banco, mesmo diante de toda a dívida já emitida pelo Tesouro, desde 2008, em prol da instituição, valor que já ultrapassa os R$ 300 bilhões no período. Se confirmada, a operação revelaria mais uma face da “contabilidade criativa”. Alternativamente, sabe-se que os recursos também poderiam servir para voltar ao caixa da União e ajudar no cumprimento do superávit primário, principalmente na atual conjuntura, que aponta uma franca deterioração do esforço fiscal.
Em suma, o governo tem nas mãos um fundo soberano cujo fim é servir de reserva fiscal, mas que na prática, até o momento, serviu apenas para legar prejuízos ao Fisco e, portanto, à sociedade. Não satisfeito, deverá galgar novo passo na história do “monstrengo”, optando entre duas alternativas: saque de recursos para fazer primário ou aumento de capital do BNDES. Das duas, a melhor seria a primeira. Isto é, um fim “nobre” a uma história errada desde o início.
 Fonte:  http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,fsb-mais-uma-face-da-contabilidade-criativa-,962118,0.htm

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Saiba quem deve usar certificado digital para declarar o IR

<![CDATA[A Receita Federal espera receber 26 milhões de declarações em 2013. Todos os contribuintes que receberam no ano passado rendimentos tributáveis superiores a 24.556,65 reais precisam prestar contas ao Fisco. Quem deixar de entregar o IR 2013 pode ser multado em 165,74 reais ou ser obrigado a pagar 20% do valor do imposto devido. A pergunta abaixo pode ajudá-lo a preencher sua declaração de renda.
A Receita Federal passou a exigir neste ano o envio da declaração do Imposto de renda com certificação digital. Todos os contribuintes terão que entregar as declarações assinadas digitalmente?
O uso da certificação digital só é exigido em quatro situações. O contribuinte será obrigado a assinar digitalmente se recebeu no ano passado rendimentos acima de 10 milhões de reais, teve rendimentos isentos e não tributáveis em valor maior que 10 milhões de reais (como Poupança e FGTS) ou que tenha sido tributado exclusivamente na fonte em valores superiores a 10 milhões de reais.
O site de VEJA quer ajudá-lo a esclarecer suas dúvidas sobre o preenchimento da declaração, que deve ser transmitida para a Receita Federal entre 1º de março e 30 de abril. Suas perguntas serão respondidas por uma equipe de especilalistas. Escreva para [email protected]
Aqueles que realizaram pagamentos a empresas ou a pessoas físicas de mais de 10 milhões de reais também têm de utilizar a certificação digital.
O contribuinte pode obter o certificado por meio de autoridades certificadoras habilitadas pela Receita, por um valor a partir de 200 reais.
Fonte: Veja

Servconts – Contabilidade em Lauro de Freitas

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